Exclusivo: Virginia Fonseca entra na Justiça após vídeo sobre mulher ter ficado “cega” com produto da marca Wepink

A empresária e digital influencer Virginia Fonseca entrou na Justiça de São Paulo com uma ação cível contra um homem que teria publicado no YouTube um vídeo com o título “Virginia deixou uma mulher cega”.
De acordo com o processo de 38 páginas apresentado à Justiça nesta última quinta-feira (17/7) por Savi Cosméticos Ltda (Wepink) e Virginia Fonseca contra Paullo R., ao qual a coluna teve acesso, a defesa da famosa alega que, a ação teria objetivo impedir a disseminação de notícias falsas, difamatórias e caluniosas veiculadas pelo requerido.
Segundo o processo, Virginia alega que o homem afirmou em publicações e vídeos em suas redes sociais que uma consumidora de nome Lidiane Herculano teria ficado cega após utilizar um produto da marca Wepink mesmo sem ter realizado qualquer perícia no produto, ou apresentar qualquer laudo médico que demonstrasse que ela de fato teria ficado cega.
No processo, a ex-mulher de Zé Felipe afirma que no dia 22 de junho de 2025, “o requerido publicou o primeiro vídeo difamatório e calunioso em sua conta do ‘YouTube’, afirmando que a segunda requerente, Virgínia Fonseca, deixou uma mulher cega (…)”.
No entanto, a defesa de Virginia argumenta que, na data de publicação do vídeo, a consumidora sequer havia feito qualquer contato com a empresa da influencer para relatar os supostos efeitos adversos tidos com o produto WeDrop – Wepink.
De acordo com a ação, a defesa da famosa argumenta que a consumidora não estaria cega.
“Ou seja, tudo é no mínimo muito estranho e para ser mais objetivo, a alegação de que as Requerentes teriam DEIXADO UMA CONSUMIDORA CEGA, além de ser irresponsável, se mostra totalmente CALUNIOSA e DIFAMATÓRIA, até porque ela não está cega, conforme se pode verificar em seu perfil no instagram e do seu marido, com vídeos disponibilizados em nota de rodapé”, afirma a defesa na ação.
Na ação apresentada à Justiça, Virginia alega, entre outras coisas, que, o conteúdo seria “calunioso” e “difamatório”, e solicita uma indenização no valor de R$ 20 mil por danos morais, que será revertido em prol de uma instituição de caridade.
Ela ainda solicita uma tutela de urgência para determinar que o homem exclua todo e qualquer vídeo disponível no YouTube e demais redes sociais, sob pena de multa de R$ 1 mil por dia, até o limite de R$ 100 mil.
O caso está na 3ª Vara Cível do Foro Regional III, Jabaquara.
