Tony Ramos recorda memórias de ‘Mulheres Apaixonadas’

Com a volta confirmada do Vale a Pena Ver de Novo, o ator Tony Ramos recorda memórias de ‘Mulheres Apaixonadas’, que volta as telinhas da Globo, substituindo O Rei do Gado, na última semana de maio, na emissora carioca.
Na trama, Téo (Tony Ramos) é professor de literatura, mas não exerce a profissão. Gosta mesmo é de se dedicar à música e tocar saxofone com sua banda no bar de um hotel na Zona Sul do Rio de Janeiro. Sente-se feliz com o que tem, seus passeios pelo Leblon, sua música e sua família.
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O casamento com Helena (Christiane Torloni), no entanto, não anda bem e tende a desandar ainda mais com a reaproximação da esposa a César (José Mayer). Entre segredos que mantém guardados, está a origem do filho Lucas; Helena não sabe, mas o menino é fruto de um relacionamento de Téo com Fernanda (Vanessa Gerbelli).
Este ano faz 20 anos da exibição original de ‘Mulheres Apaixonadas’. Que lembranças guarda da experiência de viver o Téo?
É uma novela que eu tenho muita alegria de ter feito, foram grandes momentos. Para mim, as lembranças do Téo são as mais variadas, mas principalmente de como – a partir da metade da novela – ele resolvia as coisas depois de ter grandes notícias sobre a vida dele que ele nem sabia. Há momentos muito dramáticos e momentos de bom humor; havia muita boa música também. São as melhores lembranças.
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Seu personagem é um saxofonista. Como foi atuar com o instrumento? Precisou aprender a tocar?
Eu apenas tive instruções com um músico na época. Ele me deu as posições básicas e, depois, quando tinha uma atuação maior, mais completa, no estúdio, eu obviamente o dublava enquanto ele ficava por trás das câmeras e, consequentemente, fazia todo o número musical. Eu já sabia as posições e ia dublando aquilo que eu estava ouvindo. Eu apenas aprendi, portanto, do ponto de vista funcional. Não tenho nenhum dom para o saxofone ou para o trompete, que eu já havia ‘tocado’ na novela ‘O Astro’. Mas a gente vai lidando com isso conforme os personagens exigem.
Você e a Susana Vieira fizeram irmãos na novela. Como é reencontrá-la agora em ‘Terra e Paixão’?
A Susana é uma querida companheira. Nunca é demais repetir a grande companheira que ela é, a colega de trabalho absolutamente bem-humorada, positiva, sempre com muita perseverança. E a excelente atriz que ela é – tem uma carreira muito vitoriosa. Reencontrá-la agora está sendo mais um dos prazeres de fazer essa novela.