Governo do DF em 2026: quem disputa o Palácio do Buriti

Com Ibaneis Rocha (MDB) fora da corrida — ele renunciou ao cargo para tentar uma vaga no Senado — o Distrito Federal vive uma eleição de sucessão em 2026. A votação para governador acontece em 4 de outubro, com segundo turno previsto para o dia 25, caso nenhum candidato atinja maioria dos votos válidos.
A favorita nas pesquisas mais recentes é a atual governadora, Celina Leão (PP), que assumiu o comando do Buriti após a saída de Ibaneis e agora busca mandato próprio. Administradora de empresas, ela já foi deputada distrital por dois mandatos e deputada federal, além de ter coordenado a bancada feminina na Câmara. Em 2023, chegou a governar o DF interinamente por 90 dias, durante o afastamento de Ibaneis determinado pelo STF.
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Seu principal adversário é José Roberto Arruda (PSD), que governou o Distrito Federal entre 2007 e 2010 e teve o mandato interrompido pelo escândalo do “Mensalão do DEM”, quando se tornou o primeiro governador brasileiro preso no exercício do cargo. Aos 76 anos, ele tenta a volta ao Buriti, embora sua candidatura enfrente contestações na Justiça Eleitoral por causa de condenações por improbidade administrativa.
Completam a disputa Ricardo Cappelli (PSB), ex-secretário-executivo do Ministério da Justiça que ganhou notoriedade após os atos de 8 de janeiro; Leandro Grass (PT), professor e sociólogo que já chegou ao segundo turno em 2022 e presidiu o Iphan; e Paula Belmonte (PSDB), deputada distrital e ex-deputada federal que atuou na CPI do BNDES.
A lista de candidaturas ainda soma Kiko Caputo (Novo), advogado e ex-presidente da OAB-DF; Samara Mineiro (UP), professora da rede pública formada em Geografia; Professor Robson (PSTU), que já disputou o governo do DF em 2022; Elisson Ferreira (Agir); e Expedito Mendonça (PCO), servidor público federal.
